Em 2026, um dado publicado pelo Australian Strategic Policy Institute (ASPI) circulou discretamente pelos círculos de defesa e política tecnológica — mas merece muito mais atenção do que recebeu: a China lidera 66 das 74 tecnologias críticas rastreadas globalmente. Não são nichos obscuros. São computação em nuvem, visão computacional, robótica avançada, comunicações quânticas, aceleradores de IA e veículos elétricos — os fundamentos da economia do século XXI.
Mas o mesmo relatório contém um dado igualmente revelador: os Estados Unidos retêm vantagem decisiva — descrita pelos analistas como "fortress-like" — num subconjunto específico: biotecnologia, neurociência, computação quântica de última geração e sistemas de defesa avançados. São as fronteiras onde a profundidade de pesquisa básica, o ecossistema de capital de risco e a cultura de inovação disruptiva americanos ainda não foram replicados por nenhuma política industrial estatal.
Essa não é a narrativa simples de "a China está vencendo" nem a narrativa tranquilizadora de "os EUA continuam dominantes." É algo mais preciso e mais útil para o investidor: uma corrida tecnológica que acontece em múltiplas frentes simultaneamente, com líderes diferentes em cada uma delas — e com implicações de investimento que dependem de qual frente você está olhando.
O placar em agosto de 2026: China lidera 66 de 74 tecnologias críticas (ASPI). EUA mantêm vantagem decisiva em biotecnologia, computação quântica de última geração, IA de fronteira (modelos fechados), sistemas de defesa e espaço. China domina: veículos elétricos (BYD: 4,6 mi de EVs em 2025, 1ª no mundo), baterias (CATL: 37,9% do mercado global), robótica industrial (70%+ das instalações globais, 12x mais que os EUA), comunicações quânticas (maior rede do mundo com 12.000 km). DeepSeek demonstrou que eficiência pode superar escala bruta em IA. A corrida está longe de decidida — e é o maior fator geopolítico da próxima década.
O contexto: por que essa corrida é diferente de todas as anteriores
A história das rivalidades tecnológicas entre grandes potências tem precedentes — a corrida espacial entre EUA e URSS, a competição em eletrônicos entre EUA e Japão nos anos 1980. Mas a corrida atual tem uma característica que a distingue de todas as anteriores: é multidimensional e interconectada de formas que tornam cada frente estratégica para todas as outras.
Chips de semicondutores avançados habilitam modelos de IA de fronteira. Modelos de IA de fronteira habilitam robótica autônoma. Robótica autônoma multiplica a capacidade de produção de EVs. EVs em escala global constroem cadeia de fornecimento de baterias. Baterias avançadas habilitam armazenamento de energia renovável. Energia renovável reduz dependência de petróleo. Independência energética amplifica poder geopolítico. Poder geopolítico determina quem controla o fluxo de chips, dados e capitais.
É um sistema de retroalimentação em que cada vantagem tecnológica potencializa as demais. E é por isso que (cite index="9-1">a Goldman Sachs, no seu relatório "Top of Mind: The US-China Tech Race", concluiu que a rivalidade se estende crescentemente para a geopolítica, com controles de exportação, estratégia de cadeia de fornecimento e política industrial moldando onde e como as tecnologias são desenvolvidas, implantadas e comercializadas na corrida pela vantagem tecnológica de longo prazo.
Inteligência Artificial: a frente mais visível — e a mais mal compreendida
A narrativa dominante sobre a IA na corrida EUA-China costuma ser binária: os EUA têm a OpenAI e a Anthropic, a China tem regulação restritiva e chips bloqueados pelas sanções americanas. Logo, os EUA estão vencendo. É uma narrativa simplificada demais.
(cite index="13-1">Os EUA mantêm vantagem em inovação de fronteira e capacidades de plataforma — incluindo design avançado de semicondutores, know-how de fabricação, frameworks de IA, infraestrutura de cloud e computação quântica. Os modelos fechados americanos — GPT-4o da OpenAI, Claude da Anthropic, Gemini do Google — ainda estão à frente na maioria dos benchmarks de capacidade.
Mas em janeiro de 2026, a DeepSeek — uma empresa chinesa de IA — publicou um modelo que conseguia desempenho comparável aos melhores modelos americanos usando uma fração dos chips e do custo de treinamento. O impacto foi imediato: as ações da Nvidia caíram 17% num único dia. O mercado entendeu o que os analistas de defesa já sabiam: a vantagem americana em chips pode ser parcialmente contornada por eficiência algorítmica. Se a China consegue fazer mais com menos, os controles de exportação de chips perdem parte de seu efeito como instrumento de contenção.
(cite index="14-1">A China também está fechando rapidamente a diferença em aplicações práticas de IA — veículos autônomos, drones, automação de fábricas em grande escala, e a construção da infraestrutura digital que sustenta a tecnologia em todo o Sul Global. É na IA física — robótica, manufatura inteligente, logística autônoma — que a China está avançando mais rápido do que qualquer outra nação.
Semicondutores: a batalha pelo controle do cérebro das máquinas
Se há uma única tecnologia no centro de toda a corrida, é o semicondutor avançado. Chips de processo fino — hoje em 3nm e 2nm — são o insumo fundamental de qualquer sistema de IA, de qualquer sistema de defesa moderno, de qualquer veículo elétrico sofisticado e de qualquer computador quântico.
Aqui, o quadro favorece claramente os EUA — mas com uma vulnerabilidade crítica. A TSMC de Taiwan fabrica praticamente todos os chips mais avançados do mundo. A ASML holandesa fabrica os únicos equipamentos de litografia EUV capazes de produzir esses chips. A Nvidia americana projeta as GPUs que treinam os modelos de IA. Esse trio — Taiwan, Holanda, EUA — forma uma barreira que a China genuinamente não conseguiu superar.
(cite index="11-1">No nível de chip único, os chips chineses de IA provavelmente continuarão significativamente atrás das GPUs Blackwell e Rubin da Nvidia em métricas-chave de desempenho, como capacidade de processamento, capacidade de memória e largura de banda de memória. A SMIC chinesa consegue produzir chips de 7nm e está avançando para 5nm — mas com rendimentos e eficiência muito abaixo da TSMC.
A vulnerabilidade americana: toda essa cadeia passa por Taiwan. Qualquer perturbação geopolítica no Estreito de Taiwan — mesmo como ameaça percebida — cria instabilidade de suprimento imediata. É a razão pela qual o CHIPS Act de 2022 comprometeu US$ 52 bilhões para construir capacidade de fabricação de semicondutores em solo americano — e o investimento anunciado da Intel, TSMC e Samsung em fábricas nos EUA representa a aposta mais cara do mundo numa única cadeia de fornecimento estratégica.
Veículos elétricos e baterias: o domínio que os EUA não terão de volta tão cedo
Esta é a frente em que a liderança chinesa é mais consolidada, mais abrangente e mais difícil de reverter — e onde os efeitos para o Brasil são mais diretos.
(cite index="19-1">Em março de 2025, a BYD ultrapassou a Tesla como maior vendedora de veículos elétricos do mundo. Em 2024, a BYD vendeu aproximadamente 4,3 milhões de veículos globalmente, enquanto a Tesla vendeu 1,8 milhão. Em 2025, a BYD entregou 4,6 milhões de New Energy Vehicles — um crescimento que, em termos absolutos, supera a capacidade total da indústria automotiva americana de EVs.
Mas o domínio chinês vai além dos veículos. (cite index="23-1">No mercado global de baterias para EVs, a CATL detém 37,9% do mercado mundial e a BYD tem 17,8% — juntas, duas empresas chinesas controlam mais de 55% de toda a fabricação de baterias para veículos elétricos no planeta. O preço médio de venda de um EV da BYD é de US$ 20.300 — contra US$ 41.300 da Tesla e US$ 90.700 da Rivian. Essa diferença de custo tem componentes reais — integração vertical genuína, escala de produção e aprendizado acumulado em duas décadas — mas também reflete subsídios estatais estimados pelo Peterson Institute em mais de US$ 230 bilhões entre 2009 e 2023, além de crédito barato de bancos estatais, terrenos subsidiados e tarifas de energia industrial abaixo do mercado. Não é uma vantagem puramente de mercado.
A proliferação de mais de 100 fabricantes de EVs na China nos últimos anos é sintomática desse desequilíbrio: não foi gerada por demanda, mas por política industrial que incentivou entrada indiscriminada de capital subsidiado. A depuração em curso — com dezenas de marcas fechando ou sendo absorvidas — e os relatos de grandes volumes de produção sem vazão e descartados confirmam excesso de capacidade estrutural. Esse excesso cria pressão adicional de exportação: colocar veículos em mercados estrangeiros a preços que os produtores ocidentais não conseguem praticar sem subsídio equivalente. A União Europeia documentou esse mecanismo e aprovou tarifas de até 45% sobre EVs chineses em outubro de 2024 — medida que a Alemanha, que mais sente a concorrência no setor automotivo, inicialmente resistiu mas acabou aceitando diante dos dados.
(cite index="18-1">O mercado chinês de EVs atingiu US$ 197,3 bilhões em 2025, tornando o país o maior ecossistema de veículos elétricos do planeta, com projeção de crescimento para US$ 784,6 bilhões até 2035. A China não apenas domina o mercado doméstico — está expandindo agressivamente para mercados emergentes na Ásia, África e América Latina, construindo cadeias de distribuição e serviços que os fabricantes ocidentais não têm condições de replicar a esses preços.
Robótica: a China como fábrica de robôs — e de robôs humanoides
A robótica industrial é talvez o setor em que o domínio chinês é mais impressionante em termos de escala absoluta. (cite index="20-1">A China respondeu por mais de 70% das instalações globais de robôs industriais em 2025, com 276.000 unidades instaladas — uma adoção em escala doze vezes maior que a dos EUA. O mercado doméstico de robótica chinês atingiu US$ 14,2 bilhões em 2026 — crescimento de 47% em relação ao ano anterior, o mais rápido de qualquer grande economia.
E agora a China está avançando para o próximo estágio: os robôs humanoides. (cite index="17-1">A China lidera o ranking mundial de robótica humanoide, com cinco empresas no top 5 global. Unitree, AgiBot, UBTECH, Fourier e Tiangong são os principais players — e a BYD, em agosto de 2026, revelou seus próprios robôs humanoides. A BYD está transformando sua expertise em fabricação de baterias, IA embarcada e manufatura automotiva em robôs que podem trabalhar nas próprias fábricas da empresa.
A lógica é clara: uma empresa que fabrica EVs em escala massiva tem incentivo direto para desenvolver robôs que substituam mão de obra na linha de montagem — e a escala de produção da BYD cria o volume de dados de treinamento e o cash flow para financiar esse desenvolvimento. Os maiores compradores de robôs industriais do mundo em 2026 são BYD, CATL e Foxconn — todas empresas chinesas.
Computação quântica: a corrida mais perigosa e menos compreendida
A computação quântica é a tecnologia com maior potencial de ruptura — e a menos compreendida pelo público geral. Um computador quântico suficientemente poderoso pode quebrar os sistemas de criptografia que protegem transações bancárias, comunicações militares e infraestrutura crítica de qualquer país. Quem chegar lá primeiro ganha acesso, em potencial, às comunicações de todos os demais.
(cite index="25-1">A China investiu estimados US$ 16 bilhões em computação quântica — aproximadamente quatro vezes o investimento governamental americano até o momento. Possui a maior rede de comunicação quântica do mundo, com 12.000 quilômetros, incluindo dois satélites quânticos. A China também lidera em volume de patentes quânticas — aproximadamente 60% das aplicações de patentes globais na área.
Mas os EUA retêm vantagens qualitativas importantes. (cite index="28-1">Pesquisadores afiliados a instituições americanas respondem por 35% dos 10% de artigos quânticos mais citados. Pesquisadores chineses representam 23% — uma participação que dobrou na última década, mas ainda abaixo. Em correção de erros quânticos — a técnica essencial para tornar computadores quânticos práticos em larga escala — os EUA dominam tanto em publicações altamente citadas quanto em patentes.
A avaliação do Special Competitive Studies Project, de junho de 2026, é a mais honesta disponível: (cite index="28-1">os EUA ainda mantêm uma liderança estreita na ciência quântica, mas essa vantagem está encolhendo à medida que a China implanta estratégia nacional coordenada que desafia crescentemente os pontos fortes americanos em pesquisa, manufatura e comercialização.
Biotecnologia: onde os EUA ainda têm vantagem estrutural
Se há um setor em que a vantagem americana ainda é genuinamente sólida e difícil de replicar, é a biotecnologia de fronteira. O ecossistema de Cambridge/Boston, o Biotech Hub de San Diego, o NIH com orçamento de US$ 47 bilhões e as universidades que formam a maioria dos pesquisadores de biologia sintética, edição genética e imunologia de ponta ainda não foram superados por política industrial estatal.
(cite index="31-1">Em vacinas e contramedidas médicas, computação quântica, relógios atômicos e processamento de linguagem natural, os EUA lideram por pelo menos 10% em participação nas publicações de maior qualidade e impacto. A Moderna, com sua plataforma de mRNA que revolucionou vacinas — e agora está sendo aplicada ao tratamento do câncer, como documentado no artigo anterior desta série —, é um exemplo do tipo de inovação de ruptura que emerge de ecossistemas onde capital privado, pesquisa universitária e talento global se combinam sem direcionamento estatal rígido.
A China está investindo significativamente em biotecnologia — e avançando. Mas a edição genética de fronteira (CRISPR), a biologia sintética e o desenvolvimento de medicamentos baseados em IA ainda têm seus centros de excelência mais avançados nos EUA e na Europa. É a frente em que o modelo americano de inovação descentralizada tem mais vantagem sobre o modelo chinês de inovação coordenada pelo Estado.
Espaço e defesa: a fronteira que define tudo
Como discutido no artigo sobre a SpaceX desta série, os EUA têm vantagem decisiva em lançamentos espaciais — a SpaceX realiza mais lançamentos sozinha do que todos os outros países do mundo combinados. Mas a China está avançando com uma estratégia espacial sistemática e bem financiada.
A Estação Espacial Tiangong está operacional desde 2022. O programa lunar chinês tem como meta pousar humanos na Lua antes de 2030. A China tem mais de 500 satélites operacionais — incluindo constelações de satélites militares, de reconhecimento e de comunicação que rivalizam com as capacidades americanas em algumas dimensões.
Em tecnologia de defesa, os EUA mantêm vantagem em sistemas de armas de 5ª e 6ª geração, em capacidade nuclear, em sistemas de defesa antimíssil e em guerra eletrônica avançada. A China avançou significativamente em mísseis hipersônicos — onde está tecnologicamente mais avançada que os EUA — e em guerra de drones, como a Ucrânia e o conflito com o Irã demonstraram ser o campo de prova mais relevante para tecnologias de defesa de médio custo.
A estratégia de cada lado — e por que ambas podem funcionar
O que torna essa corrida particularmente fascinante para o analista é que os dois países estão usando estratégias fundamentalmente diferentes — e cada uma tem vantagens em contextos distintos.
(cite index="9-1">O playbook da China é altamente liderado pelo Estado e coordenado. Pequim agrupou prioridades em tecnologias de "chokehold" — circuitos integrados, software básico, materiais avançados, biomanufatura —, "indústrias emergentes" para escalabilidade rápida — nova tecnologia energética, aeroespacial — e "tecnologias futuras" de longo prazo — computação quântica, IA avançada. Cada categoria tem financiamento específico, metas mensuráveis e prazo definido.
Os EUA, por sua vez, têm um ecossistema de mais de 40 empresas, laboratórios nacionais, universidades e hyperscalers, com apoio governamental focado em financiamento, benchmarking e validação — não em escolher campeões nacionais. Esse modelo descentralizado permite experimentação mais rápida e inovação de ruptura, mesmo que seja menos eficiente em escalar tecnologias maduras.
A tensão entre os dois modelos é real: a China é mais eficiente em escalar tecnologias que já foram provadas. Os EUA são mais eficientes em criar tecnologias que nunca existiram. A questão estratégica é qual dimensão importa mais na próxima década — e a resposta provavelmente é "as duas, em momentos diferentes."
O que essa corrida significa para o investidor
Para o investidor que pensa em alocação de longo prazo, a corrida tecnológica EUA-China cria oportunidades e riscos em camadas que a maioria das análises de mercado subestima.
Oportunidades estruturais nos EUA: as empresas que estão no centro da vantagem americana — Nvidia (chips de IA), Anthropic e OpenAI (modelos de fronteira, acesso via parceiros cotados), ASML (equipamentos de litografia, monopólio efetivo), Microsoft e Google (infraestrutura de cloud de IA), além das empresas de biotecnologia como Moderna e seus pares — têm posições de mercado que são parcialmente protegidas pelas barreiras geopolíticas criadas pelos controles de exportação americanos. A proteção governamental pode ser uma vantagem competitiva.
Oportunidades na China que o investidor brasileiro pode acessar: BYD (BYDDY no OTC americano, BYD na Bolsa de Hong Kong), CATL (listada em Shenzhen, com possível ADR), e ETFs de ações chinesas como KWEB (internet chinesa), FXI (grandes caps chinesas) ou CQQQ (tecnologia chinesa) permitem exposição ao crescimento tecnológico chinês em mercados acessíveis a corretoras americanas como Avenue ou Raymond James, acessadas via Wiser / BTG Pactual. Para quem prefere manter no Brasil: BDRs de ETFs de mercados emergentes como o BOVA11 e IVVB11 têm exposição indireta a algumas dessas empresas.
O risco geopolítico como variável de portfólio: qualquer escalada no Estreito de Taiwan — o ponto de maior fricção geopolítica da corrida tecnológica, dado que Taiwan fabrica os chips mais avançados — cria volatilidade imediata em semicondutores, supply chains de tecnologia e moedas asiáticas. Diversificar dentro de tecnologia (não colocar todas as fichas nem em chips nem em EVs) é a forma mais eficiente de gerir esse risco.
Conclusão: uma corrida de dois cavalos — com pistas diferentes
A pergunta "quem está vencendo a corrida tecnológica EUA-China" pressupõe que há uma única pista e um único vencedor. A realidade é mais complexa: há múltiplas pistas, e os líderes variam por frente.
A China lidera em escala de aplicação — EVs, baterias, robótica industrial, infraestrutura digital no Sul Global. Os EUA lideram em profundidade de inovação — IA de fronteira, biotecnologia de ruptura, computação quântica de alta qualidade, sistemas de defesa avançados e espaço. E em semicondutores avançados, os EUA e seus aliados (Taiwan, Holanda, Coreia do Sul, Japão) mantêm um bloqueio que a China não conseguiu romper — mas que tem Taiwan como vulnerabilidade geopolítica estrutural.
O investidor que entende essas distinções está melhor posicionado do que o que lê manchetes sobre "a China dominando 66 de 74 tecnologias" ou "os EUA mantendo supremacia tecnológica." A verdade é mais granular, mais dinâmica e mais interessante do que qualquer narrativa binária — e é nessa granularidade que residem as melhores oportunidades de alocação.
Use o Mapa do Investidor Internacional para entender como posicionar sua carteira diante das oportunidades e riscos da corrida tecnológica global. Se preferir conversar com nosso time, clique no botão vermelho.
As informações deste artigo têm caráter educativo e refletem dados disponíveis em agosto de 2026, com base em relatórios da Goldman Sachs, ASPI, Brookings Institution, SCSP, USCC, MERICS e fontes de mercado especializadas. Nada neste conteúdo constitui recomendação individual de investimento.
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